A Community Creators Academy, apontada como a primeira “faculdade de influencers” do Brasil, começou a operar em um galpão de 14 mil m² na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo. O centro de formação, criado por uma agência de publicidade em parceria com um grupo educacional, concentra aulas presenciais, estúdios de gravação e espaços cenográficos voltados à produção de conteúdo digital.
Funcionamento dos cursos
As turmas são classificadas como cursos livres, com duração de três a seis meses e frequência de duas a três vezes por semana. O programa inclui mentorias de profissionais conhecidos do mercado — entre eles Igor Coelho, do Flow Podcast — e aborda temas como ética, direito digital, storytelling e empreendedorismo.
Processo seletivo
Para ingressar, o candidato paga taxa de inscrição de cerca de R$ 120 e passa por três etapas: formulário on-line, envio de carta de intenção acompanhada de vídeo explicativo e entrevista presencial. A preferência inicial é por pessoas que já tenham algum contato com o ambiente digital.
Investimento
O valor dos cursos varia entre R$ 25 mil e R$ 35 mil. O módulo mais caro é voltado a executivos interessados em aprimorar habilidades de comunicação para apresentações e entrevistas. De acordo com os idealizadores, os preços seguem referências de programas internacionais de formação especializada.
Infraestrutura
Com investimento aproximado de R$ 40 milhões, o espaço reúne mais de 200 estúdios e cenários, incluindo praia artificial, banheiro “instagramável”, salão de beleza, academia e estúdios de podcast. A proposta é oferecer ambiente completo para teste e produção de formatos audiovisuais.

Imagem: Internet
Reconhecimento acadêmico
A instituição não possui credenciamento do Ministério da Educação (MEC). Por isso, os certificados emitidos não equivalem a diploma de graduação ou pós-graduação, mas atestam participação em cursos livres focados no desenvolvimento prático e em networking.
O público-alvo inclui influenciadores já ativos que buscam profissionalização e profissionais liberais — como médicos, advogados e arquitetos — interessados em usar as redes sociais para impulsionar seus negócios.
Com informações de Fashion Bubbles