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Presentes de decoração: arquitetas sugerem peças versáteis e apontam o que evitar

À medida que o Natal se aproxima, a busca por presentes leva muitos consumidores a recorrer a objetos de decoração. Especialistas ouvidas pelo Senac e pela Casa Vogue afirmam que a escolha exige atenção para que o mimo não se torne um transtorno.

Levantamento de preferências do presenteado

A arquiteta Ana Paula Coelho de Carvalho, coordenadora da graduação a distância em Design de Interiores do Senac EAD, recomenda observar o estilo de vida do destinatário: cores, materiais e referências já presentes na residência — moderno, clássico, rústico ou minimalista. Segundo a profissional, itens funcionais costumam ser melhor recebidos do que peças meramente decorativas.

Peças com maior chance de acerto

Para a arquiteta Carolina Oliveira, o presente ideal combina memória afetiva, utilidade e estética. Entre as opções consideradas “atemporais”, que se adaptam a diferentes ambientes, estão:

  • velas e difusores aromáticos sofisticados;
  • livros de arte ou design;
  • arranjos secos ou vasos de tonalidade neutra;
  • mantas confeccionadas em fibras naturais;
  • pequenos objetos de cerâmica artesanal;
  • almofadas em cores neutras;
  • peças com frases simples;
  • porta-velas, bowls e bandejas de desenho discreto.

O que deixar de lado

As especialistas alertam para objetos de grandes dimensões, itens com personalidade muito marcada, cores específicas ou temática religiosa. Quadros e esculturas imponentes, além de peças que remetam a religião, política ou profissão, são apontados como escolhas de risco, principalmente quando não se conhece bem o gosto do presenteado.

A orientação geral é priorizar itens que carreguem significado sem impor estilo. “Presentear com decoração é oferecer um pedaço de afeto que se integra à rotina do outro”, resume Carolina Oliveira.

Com informações de Casa Vogue

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