A filosofia chinesa do Feng Shui, praticada há milhares de anos, atribui a determinados objetos a capacidade de harmonizar ambientes e favorecer a circulação do chi, a energia vital. Ao distribuir essas peças de forma estratégica, é possível estimular prosperidade, equilíbrio e serenidade dentro de casa.
Cristais e pedras naturais
Quartzo-rosa, ametista e citrino são citados como purificadores energéticos. Os especialistas recomendam posicioná-los perto da entrada para filtrar energias externas ou em áreas sociais para potencializar boas vibrações.
Elementos de água
Fontes decorativas e aquários simbolizam abundância, fluidez e renovação. Colocados no setor de prosperidade do imóvel — definido pelo baguá, o mapa energético da técnica — esses itens estimulam o movimento constante do chi.
Plantas vivas
Espécies como jade (Crassula ovata), lírio-da-paz e bambu-da-sorte representam crescimento, saúde e longevidade. O Feng Shui ressalta a importância de manter folhas verdes e saudáveis; plantas secas indicam estagnação.
Espelhos
Considerados amplificadores de energia, espelhos devem refletir luz natural ou paisagens agradáveis. Refletir áreas desorganizadas ou a porta de entrada é desaconselhado, pois poderia duplicar fluxos indesejados.
Sinos de vento
Objetos sonoros feitos de metal, bambu ou cerâmica são usados para dispersar energia estagnada e revitalizar zonas pouco movimentadas da residência.

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Obras de arte e objetos afetivos
Pinturas, esculturas e fotografias devem exibir temas positivos, como naturezas exuberantes ou símbolos de união. Peças herdadas são bem-vindas quando associadas a memórias agradáveis; objetos vinculados a lembranças dolorosas devem ser evitados ou ressignificados.
De acordo com o Feng Shui, a disposição consciente desses itens e a intenção de quem os coloca são tão importantes quanto o objeto em si, refletindo aquilo que se deseja cultivar no lar e na vida.
Com informações de Casa Vogue