Los Angeles (EUA) – Em entrevista publicada nesta segunda-feira (11.08) pela revista Vanity Fair, Jennifer Aniston, 56 anos, descreveu a cobertura intensa de sua vida pessoal como “apanhar como uma pinhata”. A atriz vive em uma propriedade avaliada em US$ 21 milhões, em Los Angeles, onde reforçou a segurança depois que um suposto stalker invadiu o portão de sua casa em 2024.
O imóvel, cercado por cristais de ametista e quartzo branco, funciona como refúgio diante do assédio constante. “Algumas pessoas estão loucas. Segurança é necessidade, não luxo”, afirmou, lembrando que o invasor havia enviado centenas de mensagens obsessivas antes da invasão.
Impacto dos tabloides
Aniston comparou o assédio da imprensa a uma fala de sua personagem Alex Levy, de The Morning Show (2019), que critica a obsessão pela vida privada de celebridades. “Levei para o lado pessoal”, disse, referindo-se especialmente ao período em que o término do casamento com Brad Pitt e o relacionamento do ator com Angelina Jolie dominaram manchetes.
Mais recentemente, tabloides passaram a associá-la romanticamente a nomes como Barack Obama e o hipnoterapeuta Jim Curtis. “Setenta e cinco por cento dessas histórias são inventadas do nada”, ironizou.
Relacionamentos fora dos holofotes
Desde a separação de Justin Theroux, em 2018, a atriz evita expor romances. A decisão, contou, surgiu após anos de especulações e falsas narrativas que considerou prejudiciais à sua saúde mental.
Rede de apoio em Hollywood
Sandra Bullock e Gwyneth Paltrow integram o círculo próximo de amizades de Aniston. Sobre Paltrow, a atriz lembrou, com humor, que chegou a participar do noivado da colega com Brad Pitt: “Ironicamente, estive lá”. Ela acrescentou que as duas trocam indicações de médicos e rituais de bem-estar.

Imagem: Steve Granitz via vogue.globo.com
Jason Bateman e Adam Sandler também são citados como parte de sua “família escolhida”. A artista participa de círculos femininos desde os 20 anos e afirma que essas reuniões reforçaram a importância do apoio entre mulheres em meio à competitiva indústria do entretenimento.
Legado de “Friends”
Aniston se emocionou ao lembrar relatos de fãs de Friends que encontraram na série força para superar depressão ou aprender inglês. “Se fosse meu único trabalho, já me sentiria abençoada”, confessou.
Depois de décadas sob escrutínio, a atriz diz ter aprendido lições de resiliência: “As fofocas sempre foram como novelas para o público. Somos seres humanos, mesmo que muitos não acreditem. Não entramos na indústria para isso”.
Com informações de Vogue Brasil