A cantora Maraisa, 38 anos, revelou em 2023 que lida com alopecia androgenética, condição que provoca a diminuição progressiva dos fios. Em entrevista publicada em 13 de agosto de 2025, a tricologista e farmacêutica Danielle Gitti explicou como a doença se manifesta e quais são as formas de controle.
O que é a alopecia androgenética
De acordo com Gitti, essa é a causa mais comum de queda capilar. A origem é genética e está ligada à sensibilidade dos folículos pilosos ao hormônio di-hidrotestosterona (DHT), o que leva ao afinamento contínuo do cabelo até a interrupção do crescimento.
Nos homens, a perda costuma começar pelas entradas e pelo topo da cabeça. Entre as mulheres, o padrão mais frequente é o afinamento difuso, sem áreas completamente calvas.
Como é feito o diagnóstico
O médico dermatologista ou o tricologista avalia o histórico familiar, o início da queda e o padrão de rarefação. O exame físico do couro cabeludo pode ser complementado por dermatoscopia, tricostopia e, em alguns casos, testes laboratoriais.
Opções de tratamento
Não existe cura definitiva, mas o quadro pode ser estabilizado ou retardado com intervenções adequadas. Entre as alternativas citadas pela especialista estão:

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- Medicamentos tópicos, como minoxidil;
- Tratamentos orais, a exemplo da finasterida;
- Terapias complementares, incluindo microagulhamento e laser de baixa potência;
- Transplante capilar em estágios mais avançados;
- Procedimentos de medicina regenerativa.
É possível prevenir?
Por ter origem hereditária, a alopecia androgenética não pode ser totalmente evitada. Entretanto, Gitti ressalta que o acompanhamento precoce ajuda a reduzir o impacto e a adiar a progressão da doença.
Maraisa, ao falar sobre o tema, destacou a importância de manter exames em dia e adotar cuidados constantes para preservar a saúde dos cabelos e a autoestima.
Com informações de CARAS Brasil